quarta-feira, 26 de maio de 2010

Escola Jovem LGBT BOMBANDO!!

     
Lohren Beauty e a turma de Dança da Escola LGBT

Essa semana, a nossa escolinha gay VOLTOU a bombar na mídia...! Teve a reportagem do Fantástico, fui convidado pra falar sobre a escola no SESC e num programa de debates do Canal Futura, o primeiro vídeo dos alunos de WebTV foi destaque no Mix e, ontem, fomos destaque também na revista Megazine, que sai encartada no jornal O Globo, do Rio de Janeiro.


Ahazamos ou ahazamos? =D

terça-feira, 25 de maio de 2010

Deco ao vivo no Canal Futura

Povo,

Hoje à noite estarei no Canal Futura, num debate sobre combate à homofobia.

O Sala de Notícias em Debate vai ao ar ao vivo, em rede nacional, às terças-feiras, às 21h00, com reprises na madrugada de sábado para domingo, à 0h30. O programa é interativo, conta com perguntas e opiniões do telespectador por telefone e e-mail, além da participação através da enquete no ar no site do Canal Futura e que será comentda ao final do debate. O espectador pode assistir ao programa através das parabólicas (banda C) em todo o território nacional ou por meio de cabo (canal 32/NET) e mini-parabólicas (canal 8/Sky).

Gostaria que assistissem, pois planejo fazer um grande chamado ao Movimento LGBT.

E o convite é para que, mais que assistir, PARTICIPEM!!

Beijo do Deco

Deco Ribeiro, diretor
ESCOLA JOVEM LGBT
É gueto? É escola formal? É o apocalipse?
Tire suas dúvidas: http://www.e-jovem.com/

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Gays levam alegria à marcha contra o preconceito

 
E-jovens na Marcha: juventude LGBT marcando presença

Aconteceu. Debaixo de sol escaldante, uma multidão de mais de 2 mil LGBT (relatos chegam a 10 mil), de todas as regiõs do país, ocupou pacificamente a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, nessa quarta-feira. Uma multidão de cores, que exigia pleno reconhecimento por parte dos Poderes da Nação. Principalmente do Legislativo, alvo de forte cobrança e que foi até vaiado pelos presentes.

Um dos projetos prioritários do movimento é a aprovação do PLC 122, que criminaliza a homofobia. Já aprovado na Câmara, o projeto aguarda decisão do Senado. "Com a homofobia sendo crime, os homossexuais serão mais livres para ser o que são, sem precisar usar máscaras", explicou o mascarado Diaz Dragones, 24, que saiu de Cuiabá (MT) para Campinas (SP) fugindo do preconceito.

Diaz Dragones: sonho de viver sem máscaras

"O Executivo já deu a partida em mais de uma dezena de ações de combate à homofobia, baseado no Plano Nacional LGBT. Até o Judiciário já conta com pelo menos meia dúzia de decisões favoráveis à comunidade. E do congresso, até agora, nada," explica a drag queen Lohren Beauty, presidente do Grupo E-jovem e militante da União da Juventude Socialista (UJS). "O presidente não pode fazer tudo sozinho, é preciso que os deputados e senadores nos reprsentem como foram eleitos para f zer!", exige a drag, que também é Conselheira da Presidência da República e chama Lula de "meu amigo íntimo e pesoal".
 
Dep. Manuela d'Ávila e Lohren Beauty:
lideranças do PCdoB na luta contra a homofobia

A deputada Manuela d'Ávila (PCdoB/RS), presidente da Frente Parlamentar em Defesa da cidadania LGBT, lembrou que não existem "dois Brasis, um com direitos e outro sem". Para ela o caminho do desenvolvimento passa pelo reconhecimento pleno dos direitos de todos os brasileiros. "Parabéns, vocês coloriram Brasília", destacou a parlamentar gaúcha.

E colorir foi a palavra exata. Apesar da tentativa de algumas lideranças do movimento de banir o arco-íris em prol apenas do preto (chegaram a querer proibir a participação de drags na Marcha), os manifestantes que viajaram 10, 20, 50 horas compareceram para dar o seu recado SIM, mas sem abrir mão de suas identidades.

"O arco-íris é o único símbolo que une todas as letrinhas", defendeu Leandro Ochialini, 20, professor de dança da Escola Jovem LGBT, referindo-se justamente à sigla de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros. "Estamos de luto sim, pela morte de nossos irmãos e irmãs, mas aqui é um momento de luta e nossa luta é colorida!", completa. 

Leandro Ochialini (centro): "Nossa luta é colorida!"

Juventude presente!
Várias caravanas do Grupo E-jovem estiveram presentes na Marcha. Fora os adolescentes e jovens da própria Capital Federal, E-jovens do Rio de Janeiro, de Cuiabá e de Uberlândia se cruzaram em Brasília. Só do estado de SP, E-jovens de cinco cidades (Guarujá, Santos, São Paulo, Sorocaba e Campinas)lotaram um ônibus organizado pelo Fórum Paulista da Juventude LGBT para também dar seu recado.

"Queremos criminalizar a homofobia SIM, queremos a união civil SIM, queremos ser respeitados pelas igrejas SIM - mas também queremos que a juventude LGBT seja ouvida e respeitada, tanto dentro quanto fora do movimento" resume a travesti Bruna Eduarda, 19, também professora de dança da Escola Jovem LGBT e representante das travestis adolescentes do Grupo E-jovem. "Não somos apenas rostinhos e corpinhos bonitos."

Bruna (centro) e jovens drag queens: "mais que rostinhos bonitos"

Como disse em outro post, passou a Marcha é mão na massa! Que nossos representantes se preparem agora para nos ouvir. A comunidade gay agora está falando - e essa garotada tem muito a dizer!!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

19 de maio - I Marcha LGBT

Todas juntas contra a homofobia

Um ônibus cheio de jovens LGBT acaba de chegar a Brasília. Organizado pelo Fórum Paulista da Juventude LGBT, ele vai cheio de adolescentes e jovens gays, bissexuais, lésbicas, travestis, transexuais e drag queens. É de manhã, mas as drags já estão montadíssimas. Lohren Beauty sofre para acertar o desenho de sua sobrancelha no busão em movimento.

É que hoje está acontecendo em Brasília a I Marcha LGBT. Convocada por mais de 237 organizações da sociedade civil - entre elas o E-jovem, a Abragay, o PCdoB, a UJS e o Fórum Paulista da Juventude LGBT, dentre tantas outras - mas gestada por todo o movimento há anos, a ideia é sair um pouco do esquema Parada e ocupar a Esplanada nos moldes do MST, dos sindicalistas, estudantes etc, com exigências claras: contra o fundamentalismo religioso e pela aprovação das leis emperradas no Congresso (PLC 122 e União Civil)

Acho ótimo. A disputa pelo poder envolve a ocupação de espaços e, se o poder maior está em Brasília, temos SIM que nos concentrar lá periodicamente. A homofobia não tem diminuído (ao contrário do que diz a Veja...), os avanços que temos conseguidos ainda são pontuais e precisam ser universalizados. Pesquisas recentes apontam que apenas 2% dos municípios do país tem alguma política voltada aos LGBT. Nesses 2% de municípios, felizmente, vivem 20% da população - mesmo assim, a grande maioria ainda é deixada à própria sorte, principalmente nos municípios menores e do interior.

Marchar é bom e colocar claramente nossas demandas, melhor ainda. Mas enquanto as leis correm no Congresso, precisamos agir naquilo que podemos interferir. E essa ação deve ser reforçada na fiscalização das ações do Plano Nacional LGBT, lançado pelo Governo no ano passado. O que já foi implantado? Quais os prazos? A quais órgãos compete cada ação? Depende só do governo federal? Que ações podem (e devem) ser levadas aos estados? E aos municípios?

Por exemplo, em Campinas já pegamos as ações nacionais de Saúde do Plano e estamos trabalhando, junto ao Conselho Municipal de Saúde, na implantação delas na cidade.

Se todo mundo fizesse isso, com certeza o futuro que tantos desejamos chegaria bem mais rápido...!

Então, galera, boa Marcha!! Mas mão na massa depois! =D 
  

terça-feira, 11 de maio de 2010

O fim de semana do E-CAMP


Esse fim de semana foi pancadaria pura pro E-CAMP, o E-jovem aqui de Campinas. Eu não participo diretamente - a gurizada tomou conta completamente do negócio já -, mas muitas reuniões acontecem na casa da frente da minha e não tem como não acompanhar - afinal, meu maridex é o presidente da bagaça. =D

Com vocês, um gostinho do que rolou:

SEXTA-FEIRA
Dia de reunião ordinária do E-CAMP, na Escola Jovem LGBT. Na pauta, informes sobre a Parada, sobre a Marcha, sobre o Congresso da UJS, problemas com alguns membros do grupo e exposição dos coordenadores sobre suas respectivas áreas. Na foto, Saraivetty, coordenadora de Saúde, expõe os dados da última reunião entre o Programa Municipal de DST/Aids e as ongs aids de Campinas.

Saraivetty (mão): jovens estão se infectando mais


Após a reunião, a galera saiu pra panfletar no Sucão: no dia seguinte haveria um grande festival de juventude, onde ocorerria o Congresso da UJS, e o E-jovem, além de concorrer à direção, teria um estande e apresentaria vários shows.

Galera animada indo panfletar em escolas e nos points gays da cidade

SÁBADO
Sábado cedinho, galera se reuniu na Estação Cultura (uma antiga estação de trem) para montar o estande. O E-jovem ficou ao estrategicamente ao lado da UJS.

Muitas garotas pegaram dicas de maquiagem com as drags do E-CAMP

Só as bunitas: Chesller, presidente do E-jovem;
Denílson, diretor LGBT da UNE (e membro do E-jovem)
e Tuthu, diretor de secundas da UPES

Estande do E-jovem bombou o dia todo

À tardinha, lá pelas quatro horas, começou o Congresso da UJS, apresentado por Lohren Beauty. Na plateia, presença ilustre de Netinho de Paula, pré-candidato ao Senado pelo PCdoB (de azul, na primeira fila) e Gustavo Petta, pré-candidato à Câmara Federal, além do presidente do PCdoB, do ex-presidente do PT e de juventudes do PMDB e do PSB. Fora a galera da UJS, da UNE e da UPES, é claro!

Lohren apresentou todo o Congresso: mudança no formato

No final, elegemos a chapa da qual o E-jovem fazia parte - acho que nunca houve uma diretoria municipal daUJS com tantas drag queens na história da entidade!! =D

Galera da nova direção da UJS/Campinas

Ea presidente eleita, quem foi? Lohren Beauty, que já assume com a missão de mobilizar para os congressos estadual e nacional da UJS, além de reerguer a UCES (União Campineira de Estudantes).

Netinho e Lohren

Já à noite, show com as drags do E-CAMP, muitas recém eleitas diretoras da UJS!!

Jade, Karina Beauty, Lohren Beauty, Tuthu e Leona Lupon

Lohren abre o show

Dimmy Kier veio em seguida - aloca!!

DimmyKier no Congresso da UJS? Não!! É que depois do fervo todo na Estação Cultura, uma galera ainda foi esticar na PRIDE, que estava rcebendo a diva do BBB. Boate bombando, galera bonita se jogando, o sábado foi terminar só às 8 da manhã....

Lohren e Dicesar

DOMINGO
Domingo é dia de reunião do Projeto Galera E-jovem, que forma agentes jovens de saúde LGBT e também acontece na Escola Jovem (onde também é a sede do E-jovem em Campinas...). O tema desse domingo era Esportes e Homossexualidade.

Gay pode jogar bola? E travestis, em que time jogam?

Max Rodrigues, 14, coordenador geral do E-CAMP

Ficamos discutindo das 10h às 18h e depois a galera ainda saiu pros points gays da vida...

Eu fui me jogar na cama com o maridex, que tá de cama até hoje, com a garganta ruim... Vai abusar, vai!! =D

Só um pouco das pessoas e do dia a dia de uma ong de adolescentes e jovens LGBT... Aqueles mesmos que a Veja disse que não gostam de militar ou fazer parte de grupos... =P

Só ligados ao E-jovem, são mais de 20 grupos desses espalhados pelo Brasil.

beijo do Deco =]

O capa de Veja

E eu, que descobri só ontem (#leso) que o capa da Veja dessa semana é do E-JOVEM? Coitado do moço, ele todo feliz (capa da Veja e talz) e eu metendo o pau na revista... =D
Nada pessoal, Luh!!
Vejam a fala dele, SUPER verdadeira:

Miriam Fichtner
Ele conta tudo no Twitter: "Solitário, aos 14 anos resolvi dividir com a minha irmã aquilo que já era muito claro para mim: gostava de meninos, e sabia que isso decepcionaria minha família. Ela chorou, disse que logo essa fase passaria, e o pior: contou para todo mundo. Minha família chegou a me encaminhar ao psicólogo. Depois, à igreja. Não foi fácil, mas o alívio de compartilhar a situação me transformou em outra pessoa. Pouco falo sobre meus namoros, e agiria da mesma forma se eles fossem com meninas. Fico, no entanto, bem à vontade para falar de minha vida amorosa no Twitter, no qual tenho mais de 1 700 seguidores. De onde menos se espera às vezes ainda vem uma agressão gratuita, mas a coisa está mudando para melhor."~ Lucas El-Osta, 17 anos, estudante do 2º ano do ensino médio no Rio de Janeiro

Sem dramas? Não sei ONDE que a revista viu isso como uma "vida sem dramas"...

E ele ainda falou um monte de homofobia e militância e tal, que não entrou. Uma pena.
Mas arrasou no close, Luh!
 

sábado, 8 de maio de 2010

VEJA mente!

Antes que muitos saiam comemorando o fato de VEJA ter dado matéria de capa para a juventude LGBT, gostaria que lessem esse post.

Para a VEJA, não há drama algum na vida do jovem gay



Infelizmente a Veja comprou uma tese conservadora dos EUA (contida no livro "The New Gay Teenager") e fez uma matéria em cima dessa tese: que jovens gays não têm mais rótulos, não se importam em lutar pela causa e não sofrem mais homofobia na escola. É o mundo feliz da Direita, onde não é preciso nenhuma luta, pois todos já foram abraçados (assimilados, fagocitados, cooptados) pela sociedade.

É a tese do fim da luta de classes, velha conhecida nossa ("Não há racismo no Brasil" etc).

Todo o lado da juventude militante e a vulnerabilidade a que esta juventude AINDA está sujeita (principalmente na escola) foi ignorado para reforçar a tese. Pior que ignorado: foi deliberadamente deixado de lado. Porque eles procuraram o E-JOVEM e ouviram do pessoal do grupo exatamente o OPOSTO do que está na matéria. A gente (jornalistas) aprende a fazer isso (escolha seletiva de fontes para validar NOSSO ponto de vista) ainda na faculdade...

Uma pena. Mas é a Veja.

E é triste, né?

A gente se esforça para ajudar, mesmo sabendo que eles são filhosdaputa e tal. A repórter faloiu pra mim do livro e eu ressaltei que o livro retratava uma realidade cor de rosa, que ainda não era a nossa. Talvez daqui a uns 10 anos, mas não agora.

Em vão.

Enfim, joga-se a matéria no lixo? Não. Tem pontos que podem vir a ser positivos.

A matéria pode ajudar muitos meninos e meninas a se assumirem, por exemplo (já que está tudo - segundo a matéria - TÃO bem...!). Pode constranger algumas escolas a serem mais ativas contra a homofobia (já que TODAS as outras - segundo a matéria - são tão tolentantes...!).

Quando essa garotada se assumir, ou algum professor bem intencionado resolver fazer algo em sua escola, eles vão dar de frente com a realidade. E é aí que a gente entra. =D

Mas que fique registrado que nessa matéria de capa, como é usual, a revista Veja MENTE.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

A quem interessa descolorir a Marcha LGBT?

   
Já viram arco-íris preto?

Somos alegres. E coloridos. E pronto.

São nossas cores que incomodam aqueles que nos agridem e nos matam.

A quem interessa descolorir a Marcha?

São os homofóbicos que querem nos ver de preto, de luto.

São os homofóbicos que querem nos ver de carpideiras, lamentando nossa derrota,

Cabisbaixos e fúnebres.

Nós não vamos a Brasília enterrar ninguém.

Vamos à luta.

E a luta é Vermelha

E Arco-íris.
Imagem de Cai Guo-Qiang
"Black Rainbow," proposal
2005
Explosion project for Valencia, Spain

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Essa garotada LGBT

Boneca travesti: onde será que compra? :D

Esse fim de semana tive uma reflexão interessante sobre essa garotada LGBT nova que tem aparecido (a cada instante e cada vez MAIS nova).

No domingo, tivemos reunião na Escola Jovem LGBT para montar as atividades do mês de maio do E-CAMP, o Grupo E-jovem em Campinas. Eu coordeno um projeto de saúde no grupo e a ideia era linkar demandas que envolvessem CULTURA e LGBT (com o propósito de aumentar a auto-estima, diminuir a vulnerabilidade etc). É um projeto que temos desde 2009, chamado "Galera E-jovem".

Pois bem. Estávamos lá em plena tarde de domingo, vinte e tantos adolescentes e jovens debatendo o assunto já há 5 horas mais ou menos. Quase um milagre já. =D 

Não foram 5 horas de blablablá, claro, teve dinâmica de apresentação, música, bate-papo, lanche etc. Mas comecei a perceber um sumiço. Havíamos nos separado em grupos para a realização de uma tarefa e os grupos que iam terminando seu trabalho estavam desaparecendo.

Fui investigar. Bastou seguir os som dos folguedos (alguém ainda usa "folguedo"?). Estavam todos na rua, meia quadra pra baixo da Escola, jogando bets com meninos da rua.

E aí eu me peguei olhando (e vendo) a galera como eles realmente eram: pouco mais que crianças.

E percebi ali uma demanda que eles não tinham colocado no papel: brincar. =D

Isso era algo que eu já vinha percebendo desde que o Max se tornou coordenador do  E-CAMP, aos 14 anos. Às vezes certos assuntos e discussões simplesmente não o interessam. Por mais que nos esforcemos pra tornar a atividade mais "dinâmica", mais "jovem", ainda não estava jovem o suficiente. E o menino se enfadava (alguém ainda usa "enfadava"?), se distraía. Para um coordenador, ficar distraído numa reunião é pecado mortal e ele é muito cobrado por isso...

E eu comecei a pensar: "Mas será que o grupo está conseguindo interpretar as necessidades do Max (que, afinal, representa melhor que ninguém os adolescentes LGBT)? E, se estávamos enfadando o Max, não estaríamos enfadando também outros membros igualmente novos?"

A grande transição da infância para a vida adulta é justamente a ausência do brincar. Tudo fica muito sério. Acho que às vezes queremos que os adolescentes - presos nessa transição entre os dois períodos - abandonem rápido a brincadeira em prol de assuntos mais sérios, como sexo, saúde, cultura... E esquecemos exatamente dessa transição.

E eu, que estou às voltas com o E-jovem já há quase dez anos, me peguei aprendendo uma coisa nova com eles: precisamos reaprender a brincar. Quem sabe não serão adultos mais felizes os que brincam e não levam a vida tão à sério?

bjos do Deco =]

P.S. Detalhe: de volta aos trabalhos, depois do bets, das quatro atividades que precisávamos formatar, duas acabaram envolvendo esportes/brincadeiras: um jogo de vôlei unissex e um jogo de queimada. Propostas acatadíssimas por todos! =D


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